Curadoria editorial para arquivos vivos
Como organizar acervos digitais que sobrevivem ao tempo, tratando metadados como narrativa e leitores como cartógrafos de seu próprio percurso.
Uma estação de estudo e curadoria para profissionais que pensam em sistemas — onde redação, dados e pedagogia convergem em programas trimestrais conduzidos por editores e pesquisadores brasileiros.
Um percurso conduzido em três trimestres que articula teoria da curadoria, prática de redação técnica e projeto editorial conduzido com mentoria semanal — para profissionais que constroem produtos de conhecimento dentro e fora das redações.
Ler programa completo →Programas trimestrais autônomos, pensados para se completarem em órbita: cada itinerário aprofunda uma camada do trabalho com conhecimento aplicado.
Como organizar acervos digitais que sobrevivem ao tempo, tratando metadados como narrativa e leitores como cartógrafos de seu próprio percurso.
Da pergunta inicial à publicação: leitura crítica de bases públicas, modelagem de hipóteses e construção de argumentos sustentados em evidência.
Modelos de assinatura, leitor-pesquisador e pacotes de pesquisa: como desenhar produtos que aproximam autoria, audiência e financiamento.
Um intensivo de campo onde estudantes desenvolvem um ensaio de longa-duração orientado por mapas, dados públicos e observação direta.
Vinte e dois anos editando publicações de cultura, ciência e cidades pela Folha de S. Paulo, Piauí e a extinta revista Próxima. Doutora em Estudos da Linguagem pela PUC-Rio, dirige a Órbita desde a fundação em 2018, traduzindo prática de redação para ensino estruturado.
Sua pedagogia parte de uma convicção simples: editar é uma forma de pensar coletivo, e o ensino dessa prática exige bancada, oficina e leitura comum — não palestras isoladas.
Ensinar é desenhar uma órbita partilhada — onde o saber gira ao redor de quem o lê, e não o contrário.
Três relatos de quem cruzou a Órbita entre 2022 e 2025, escolhidos pelo conselho editorial entre os depoimentos completos do nosso anuário.
A Órbita devolveu disciplina ao meu ofício de editora. Saí com método para tratar arquivos abandonados como matéria viva — e com uma rede de leitoras que continua girando comigo.
Cheguei como cientista de dados e saí como autor. O programa me ensinou que escrever bem sobre números é, antes de tudo, uma forma de respeitar o leitor — algo que nenhum curso técnico me havia apresentado.
O intensivo de cartografia foi a coisa mais transformadora que fiz na década. Fui à Amazônia oriental com mapas e voltei com um livro — orientada do começo ao fim por uma equipe que leu cada parágrafo como se fosse seu.
A matrícula inclui acesso ao acervo digital da Órbita, encontros síncronos quinzenais e mentoria escrita ao longo do trimestre. As vagas são preenchidas por carta de intenção lida pelo conselho.